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domingo, 29 de novembro de 2009

O cálculo da forçante radioativa

A National Academy Press tem um livro publicado que explica as forçantes radiativas: o que são, como são calculadas, suas limitações...












5 comentários:

Aranha disse...

Takata,

encontrei o PDF, imprimi e vou ler nas férias de Janeiro. Acho que vou aprender bastante, mas não resisti e li os finalmentes. O próprio livro já diz que não tem o que procuro: evidências de que o CO2 antropogênico é determinante no aumento da temperatura média ocorrido na terra até 1998.
Mas tem muita coisa interessante.
Obrigado.

Jandui

none disse...

Aranha,

Página 28: "The Third Assessment Report (IPCC, 2001) includes a summary figure of the global and annual mean radiative forcings from 1750 to 2000 due to a range of perturbations (Figure 2-1), including the well-mixed greenhouse gases, ozone, aerosols, aviation effects on clouds, land use, and the Sun. The largest positive forcing (warming) since 1750 is associated with the increase of the well-mixed greenhouse gases (carbon dioxide [CO2]; nitrous oxide [N2O]; methane [CH4]; and chlorofluorocarbons [CFCs]) and amounts to 2.4 W m–2."

Pp 30-32
"The radiative forcing due to CO2, CH4, N2O, and various halocarbons is due to absorption of infrared (IR) radiation. It is well characterized and well understood. These gases remain in the atmosphere long enough to be well mixed; thus, their abundances are well known and have little spatial variability. Their concentrations have increased substantially since preindustrial times (see Table 2-1), and they are the greatest contributors to total anthropogenic radiative forcing. As shown in Figure 2-1, the IPCC estimate of the radiative forcing due to well-mixed greenhouse gases is +2.43 W m–2 from 1750 to 1998 (present), comprising CO2 (1.46 W m–2), CH4 (0.48 W m–2), N2O (0.15 W m–2), and halocarbons (0.34 W m–2) (IPCC, 2001). The estimated uncertainty associated with this forcing is 10 percent, with that for CO2 and N2O being less and that for the other gases being greater."

[]s,

Roberto Takata

Aranha disse...

Apesar de meio "em cima do muro" parece que nesta página o rel. do IPCC está querendo dizer que existe um o delta positivo de força radioativa. Mas isto influência em um aumento de temperatura ou não? Se sim, como explicar a temperatura na estratosfera não variar tão rápido quanto seria o lógico de acordo com as leis da termodinâmica?

Ainda não estou entendendo bem. Mas acho que tenho que ler mais...

none disse...

"Mas isto influência em um aumento de temperatura ou não?"

Pelas leis físicas deve influenciar. Qdo se joga no modelo computacional, a previsão para o passado recente - para os quais é possível se obter dados mais diretos de temperatura - é boa.

"Se sim, como explicar a temperatura na estratosfera não variar tão rápido quanto seria o lógico de acordo com as leis da termodinâmica?"

A estratosfera é muito rarefeita e entra em jogo outra dinâmica da que governa a troposfera - a camada mais próxima da superfície terrestre. A questão do aquecimento global se refere à troposfera.

[]s,

Roberto Takata

Aranha disse...

Takata, errei ao dizer estratosfera. Queria dizer a área que vai até mais ou menos 15km de altura. Creio que esta região se diz troposfera, certo?

Pois então: os modelos calculam que deveria ser mais rápida a taxa de aumento da temperatura a medida que subimos na TROPOSFERA ocorrendo um máximo à mais ou menos 8 a 12km.

Achei no google, medições de um dos fundadores do IPCC (acho que se chama Roy Spencer) de temperaturas coletadas por balões que contradizem totalmente a teoria dos modelos baseados nas forçantes radioativas dos gases do efeito estufa, pois registram taxas negativas no alto da troposfera em relação às taxas na superfície

Fiquei com mais dúvida ainda...

A teoria diz uma coisa e as evidências insistem em contradizer.

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